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Cesar Halum mais um "prostituto" político na "zona" de Bolsonaro

Ex-deputado que já afirmou ter se prostituido politicamente foi indicado pelo Centrão e assume Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.




O Governo Bolsonaro é uma verdadeira "zona", com ministros incompetentes, ataques aos demais poderes e sempre aquela sensação "que vai dar merda". Como se já não bastasse tudo isto, o chefe da nação resolveu vende-se para o centrão em uma tentativa desesperada para escapar de um impeachment.


Em meio a acordos e negociatas com o centrão, Bolsonaro se ajoelha aos pés e reza pela cartilha de velhas figuras políticas envolvidas em corrupção e presos pelo "mensalão", entregando cargos e nomeando indiciados.


E um desses indicados pelo centrão e que acaba de ganhar um cargo no Governo é o ex-deputado tocantinense Cesar Halum. Edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de quinta-feira, 18, trouxe a confirmação da nomeação de César Halum (Republicanos) na Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O tocantinense passa a integrar o governo federal e não é motivo para comemoração.


Halum é figura conhecida para os tocantinenses, como ele mesmo afirmou em um áudio que vazou na eleição municipal anterior é um "prostituto" político.


Na época, César emplacava seu irmão Naim Halum (ex-secretário de Dimas) como vice de Valderez.  Na conversa, o parlamentar busca convencer um ex-aliado da deputada (que atua na campanha de outro candidato em Araguaína) a retornar para fortalecer o grupo político. O áudio, editado sem a voz e identificação do interlocutor, inicia com Halum explicando o principal objetivo da articulação.


“Na verdade, todos nós queremos derrubar o Dimas pelo o que ele fez com todos nós, políticos. Acha que é superior a todo mundo, ele está com a estrutura na mão, para nós derrubar ele temos de estar junto,”afirma o deputado.


Na sequência da gravação, Halum diz que é preciso esquecer os "resquícios" e admite já ter se "prostituído" politicamente.  "Eu sei que tem algum probleminha, você pode ficar com um resquício com a Valderez. Eu mesmo fiquei foi muitos anos sem conversar. Até eu me prostituí. Então eu tenho direito de chamar os outros a se prostituir comigo,”diz o parlamentar. 


Quem se prostitui na política não é digno de confiança, são políticos que se vendem por um cargo, por dinheiro ou qualquer outro benefício que nem de longe é o interesse do povo.


De fato, não podemos esperar honra ou compromisso de Halum com o Brasil, mas uma coisa é certa, enquanto "Prostituto" político o lugar ideal para o ex-deputado é a "zona" de Bolsonaro.


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