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Sábado, 21 de maio de 2022
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Política

Um príncipe sem Reino: Eduardo Siqueira um cadáver político no Palácio

Um cadáver político ronda pelo Palácio. Articulações ou saudades do poder?

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Uma figura histórica da política tocantinense, hoje pouco lembrada ou valorizada pelos líderes políticos do Estado tem vagado pelo Palácio. De liderança política passou-se, a ser mais um "ex", ex-prefeito, ex-deputado federal, ex-senador, ex-secretário e provavelmente logo mais ex-deputado estadual.

Eduardo Siqueira Campos já foi considerado o Príncipe do Tocantins, ou até mesmo Primeiro Ministro do Estado, mas isso, quando seu pai governou o Estado por inúmeras vezes. E verdade seja dita, com forte influência do filho.

Herdeiro político do velho Siqueira, Eduardo experimentou a ascensão política e o doce sabor do poder e por lá permaneceu por muito tempo. Mas o prestigio foi diminuindo com as transformações políticas do Estado, o surgimento de novos grupos e lideranças políticas, e até mesmo os problemas de saúde que lhe afastaram por muito tempo do cenário e das articulações políticas.

No entanto, um fato novo chama a atenção, Eduardo Siqueira Campos tem sido visto perambulando pelo Palácio, como um alma de um cadáver político que se recusa a desencarnar. Estaria Eduardo Siqueira Campos articulando uma indicação ao Tribunal de Contas do Estado? Ou nada mais é, do que saudades do tempo em que o Príncipe reinava, mandava e desmandava no Palácio?

Sem filiação em nenhuma Sigla partidária, Eduardo Siqueira Campos já afirmou que não será candidato a nada, contraditoriamente, colocou o nome a disposição de convites das siglas partidárias. Alguma Sigla tem interesse? Pelo histórico político do ex-senador, certamente que sim.

Aos acreditam em "Fantasmas", e não estou fazendo um trocadilho com os casos de servidores fantasmas denunciados na gestão de Carlesse, o que resta é chamar um espírita pra tenta diálogo com o fantasma do "príncipe sem reino", e alguém pede pra avisar que o mesmo já não passa de um cadáver político.

Não tendo mais o poder, ele deve sentir saudades das paredes do palácio, do mármore, dos corredores e das salas suntuosas do poder. Pobre morto vivo, pobre alma penada. Mal sabe ele que o pragmático governador Wanderlei prefere receber os vereadores de Santa Tereza do que o Cadáver Eduardo.  O governador não tem tempo a perder mas o defunto não desconfia.

A política é de fato, uma caixinha de surpresas. Não se assuste se aos quarenta e quatro do segundo tempo, "Dudu" como alguns o chamam, não anuncie a candidatura a algum cargo político. Não seria a primeira vez, a dúvida é, qual jargão político será usado, arrisco dizer que algo do tipo "Convite se recusa, convocação se cumpre", acompanhado claro das afirmações que foi convocado para essa missão democrática, um chamamento da sociedade.

É por isso imaginar que o nome de Eduardo Siqueira Campos também pode surgir como primeiro suplente de Senador, vamos combinar não é de se espantar caso o eterno príncipe aceite o papel de segundo suplente de Senador, de certa forma seria uma homenagem a papel histórico da família Siqueira e do ex-governador Siqueira Campos no Estado.

O tempo dirá, se realmente o Príncipe tocantinense está morto politicamente, ou ainda tem força política para enfrentar as urnas e sair vitorioso. Uma coisa é fato, um fantasma tem vagado pelo Palácio.

Créditos (Imagem de capa): Internet

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