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Quinta, 07 de julho de 2022
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Política

O Palanque dos rejeitados

Os rejeitados então resolveram se unir e caminharem juntos em busca de um abrigo ou melhor dizendo, uma chapa pra chamar de sua.

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Os bastidores políticos do Tocantins, muito se assemelha um Carnaval fora de época, e na análise de hoje vamos falar do Palanque/Bloco do rejeitados, e são muitos os políticos/foliões deste bloco.

Talvez a campeã em nível de rejeição seja a Senadora Kátia Abreu. Vamos fazer leitura da linha do tempo, Kátia Abreu chegou a sentar e dialoga com o pré-candidato Ronaldo Dimas, não vingou, foi rejeitada. Logo após Kátia Abreu tentou articular um apoio do ex-presidente Lula na tentativa de compor com o Partido dos trabalhadores e fortalecer sua candidatura ao senado, mas uma vez a "miss motor-serra, foi rejeitada, não somente pela militância do PT, como por líderes da sigla. Tudo isso com declarações públicas, o medo ela que a ardilosa Senadora pudesse tentar passar a rasteira e atrapalhar a pré-candidatura de Paulo Mourão, hoje declaradamente e publicamente pelo próprio ex-presidente como o candidato de Lula.

Restou a Kátia Abreu correr para o grupo governista e abraçar Wanderlei Barbosa, junto com seu filho Iraja Abreu, o senador campeão de faltas no congresso, o intuito de mãe e filho era indicar para vice o empresário Edison Tabocão, outro do bloco dos rejeitados. Mas como já era de se esperar os Abreus deram com burros n'aguas e mais uma vez foram rejeitados, os deputados aliados do Governo e até mesmo o Presidente da Assembleia Legislativa bateram o pé e recusaram Kátia como candidata ao Senado no grupo Governista. Restou a velha raposa política, abaixar a cabeça, enxugar as lágrimas e partir em retirada.

Outro que também chegou a encontrar-se com Dimas e também acabou não conseguindo formar aliança, foi o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha. Correu para o grupo governista no intuito de ser aceito e com intenção de também indicar como vice, o empresário de Gurupi, OsvaldoStival. Mas quem é Carlos Amastha, qual a força política desse estrangeiro? Pífia ou nenhuma. Logo também tornou-se um folião do bloco carnavalesco dos rejeitados.

Os rejeitados então resolveram se unir e caminharem juntos em busca de um abrigo ou melhor dizendo, uma chapa pra chamar de sua. O desembarque tudo indica será em outro palanque bolsonarista, o do pré-candidato Osires Damaso. Kátia Abreu, Irajá Abreu, Edson Tabocão, Amastha e Osvaldo Stival estão prestes a pedir abrigo a Damaso.

A chapa ficaria a seguinte, em comum acordo Kátia e Amastha indicariam o nome de Osvaldo Stival como vice de Osires, Kátia será a candidata ao Senado e Amastha candidato a deputado federal com apoio de 20 prefeitos ligados à Kátia e outros prefeitos ligados à Osires. Com isso Amastha destruiria de uma vez por toda a pretensão de Wanderlei Luxemburgo de disputar uma vaga ao Senado ou até mesmo de deputado federal, só restaria disputar uma vaga de deputado estadual.

A grande verdade é que o nascimento de mais uma chapa majoritária, o Tocantins terá quatro candidatos ao governo bolsonarista e quatro palanques para Bolsonaro e apenas um palanque de esquerda e com apoio do ex-presidente Lula. Mas, isso é tema de um novo texto e que ao coloca o ponto final neste, já começarei a escrever.

Créditos (Imagem de capa): Internet

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