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Quinta, 07 de julho de 2022
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Policial

Ex-professora e ex-servidora confirmam relatos de assédios sexuais no Colégio Guilherme Dourado em Araguaína.

Aumentam relatos de assédios sexuais dentro de colégio estadual em Araguaína.

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Após a reportagem Alunos do Colégio Guilherme Dourado em Araguaína denunciam professor por assédio, publicada pelo portal O na integra, nossa equipe de reportagem foi procurada por ex-servidores e ex-professores que confirmam supostas denuncias de assédios sexuais dentro de Colégio Estadual Guilherme Dourado em Araguaína-TO.

Em conversa com nossa reportagem uma ex-servidora do Colégio, com exigência de anonimato, revelou que os rumores e casos de assédios na unidade de ensino é uma realidade presente no dia a dia dos alunos e dentro da dependências da escola. A fonte ouvida pelo O na integra, revelou que durante o período em que trabalhou na escola testemunhou por diversas vezes professores com atitudes desrespeitosas e de assédio contra alunas e alunos.

"trabalhei no colégio guilherme dourado e sempre via cenas e e muita coisa errada dentro da escola. Não é apenas um caso, um professor, existe uma omissão e uma tentativa de abafar os casos por parte da direção da escola. Outros casos já aconteceram, outras denunciais já foram feitas por alunos a direção da escola e nenhuma medida foi adotada", afirmou a ex-servidora. 

O na integra conversou também com uma ex-professora do Colégio Guilherme Dourado que com medo de represálias pediu que seu nome fosse mantido em sigilo. A educadora afirma que durante o período que lecionou na escola, sempre existiu os rumores, denuncias e omissão por parte da direção da escola.

"A bomba demorou a estourar. Os relatos de casos de assédio sexual sempre ocorreram dentro do Colégio, alguns foram abafados e nunca apurados. Existe uma tentativa de abafar os casos, de sugerir que são mal entendidos, intriga de alunos e etc. A direção da escola é conivente com os casos relatos e os alunos e alunas ficam desamparados e sofrem uma tentativa de serem desacreditados por parte da direção da escola", afirmou a professora.

Nossa equipe de reportagem procurou a direção do Colégio, mas fomos informados que o diretor encontrava-se em uma reunião na Delegacia Regional de Ensino e não poderia falar sobre o assunto no momento. Também procuramos ouvir a Regional de ensino de Araguaína, mas fomos informados que não poderiam se manifestar sem autorização da Secretária Estadual de Educação.

Entramos em contato com a Secretaria Estadual de educação e até o fechamento desta matéria não obtivemos respostas. 

Créditos (Imagem de capa): internet

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